Anualmente, no dia 27 de setembro, é celebrado o Dia Nacional de Doação de Órgãos com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de doação de órgãos.

Com o intuito de ajudar pessoas que lutam por uma chance de salvarem suas vidas, a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) organiza a Campanha Nacional de Doação de Órgãos todos anos.

Para celebrar a data e corroborar com a campanha, a Hemafarma selecionou 6 mitos e verdades para esclarecer tudo sobre esse ato de amor ao próximo. Confira abaixo:

1. O doador deve deixar um documento declarando a doação de órgãos por escrito.

MITO

Ao contrário do que muitos pensam, o doador só precisa avisar os familiares sobre a decisão. Os familiares de primeiro ou segundo grau serão os responsáveis por assinar o documento que autoriza a doação de órgãos e tecidos.

2. A doação de órgãos pode beneficiar muitas pessoas.

VERDADE

Um doador pode beneficiar de 8 a 20 vidas que aguardam por um transplante.

3. Idosos ou pessoas que já tenham tido alguma doença não podem ser doadores.

MITO

Todas as pessoas podem ser potenciais doadores de órgãos, independentemente da idade, sexo ou histórico médico. O fator determinante para a possibilidade do transplante de órgãos ou tecidos é a condição de saúde dos órgãos, após a morte cerebral.

4. Quase todos os órgãos e tecidos do corpo podem ser doados.

VERDADE

Podem ser doados os seguintes órgão e tecidos: coração, pulmão, rins, fígado, rins, pâncreas, intestinos, pele, ossos, córneas e válvulas cardíacas.

5. A família do doador se responsabiliza pelos custos do procedimento.

MITO

O Sistema Único de Saúde (SUS) se responsabiliza pela operação e pelo fornecimento vitalício de medicação contra rejeição dos órgãos.

6. Religião não proíbe a doação de órgãos.

VERDADE

Todas as religiões aprovam a doação de órgãos e consideram a ação como um ato de caridade e amor ao próximo.

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