Em 1987, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), a Assembléia Mundial de Saúde estabeleceu o dia 01 de dezembro como o Dia Mundial da Luta Contra a AIDS.

A data, que tem como objetivo a conscientização da sociedade sobre uma das doenças que mais matam no mundo, serve também para reforçar a solidariedade e a tolerância com as pessoas infectadas pelo vírus.

Para sanar as principais dúvidas que permeiam em relação ao vírus HIV e a AIDS, a Hemafarma selecionou 6 mitos e verdades:

1 – É possível contrair a AIDS no sexo oral.

VERDADE

Embora as chances de infecção sejam pequenas, especialistas recomendam o uso do preservativo durante o sexo oral.

2 – O vírus HIV pode ser transmitido por beijo ou um abraço.

MITO

O vírus HIV pode ser transmitido por meio do contato sexual e do sangue. Beijos, abraços e apertos de mão não transmitem o vírus. A outra possibilidade de transmissão é quando a mãe é soropositivo e existe o risco do vírus ser transmitido para o bebê.  Neste caso, a prevenção seria feita com o pré-natal acompanhado de infectologia e uso de medicação.

3 – Ter HIV não significa ter AIDS.

VERDADE

Muitas pessoas ainda confundem o significado dos termos AIDS e HIV. AIDS é a manifestação do vírus HIV. Desta forma, uma pessoa que pode ter o vírus HIV mas não ter aids, pois os sintomas não se manifestaram.

4 – O diagnóstico só pode ser feito pelo exame de sangue.

MITO

Existem dois métodos para o diagnóstico: o exame convencional (Elisa) e o teste rápido em uma gota de sangue. As duas metodologias permitem detectar a presença de anticorpos contra o vírus HIV. Se der positivo ou reagente, é feito outro teste para confirmar o resultado, o Western Blot, que procura fragmentos do HIV, ou o PCR, que localiza material genético do vírus.

5 – Brinquedos sexuais podem transmitir HIV.

VERDADE 

Usar um brinquedo sexual depois de uma pessoa HIV positivo, pode transmitir o vírus pelas secreções. Por isso não é recomendado compartilhá-los.

6 – Quem possui uma relação estável pode abandonar o preservativo?

MITO

Abrir mão da camisinha requer um alto grau de confiança entre o casal, além da certeza de que ambos não estão infectados. Para estar sempre seguro, é recomendável o uso contínuo do preservativo.

A proteção é a melhor forma de prevenção!

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